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Antes de começar a escrever este prefácio, enquanto buscava algumas idéias, tive que tratar de ultrapassar momentos de muita saudade, porque não seria cabível dar aqui um tom de tristeza, pois Julita  foi uma fonte de muita alegria para todos nós, com seu amor, sua dedicação  e  sua  bondade.
Para mim, pessoalmente, foi mãe e não sogra, pois sempre me  tratou como  filha, não  como  nora.
 Quanto aos quitutes, não sei se minhas lembranças estão plenamente de acordo com as receitas do livro, mas prefiro seguir as lembranças...  Comecei a apreciar a comida de Julita ainda menina, por volta dos 10, 11 anos, antes até de me apaixonar pelo João — o primogênito querido da quituteira.  Era nos jantares de aniversário (geralmente de Lula, que era da minha turma) e tratava-se da maionese feita em casa (nada de Hellmann’s...) e com maçã, junto dos legumes...  Eu adorava e uso, até hoje, a receita fácil  feita no  liqüidificador.
Mais tarde, nos almoços e  jantares cotidianos, do tempo do namoro e noivado com João, meus favoritos eram  o  rosbife  feito no forno (lagarto redondo, macio, mal passado, cheirinho de louro no tempero...), o bife à milanesa (crocante,  sem gordura...) e  o bolo de chocolate, para comer com sorvete de creme.
 Quanto a este último, devo confessar que, recém-casada, insegura, tinha o maior empenho para, no aniversário de João, preparar o tal bolo para sair melhor que o da sogra.  Nunca consegui!  Parei de competir depois da maturidade, da afirmação como mulher e mãe, e de ter certeza da sinceridade da relação de afeto que a sogra sempre manifestava. ->

Prefácio

Receitas 1ª página

Receitas 2ª página

Receitas 3ª página

Receitas 4ª página

Receitas 5ª página

Receitas 6ª página

Receitas 7ª página

Receitas 8ª página

Receitas 9ª página

Receitas 10ª página

Receitas 11ª página

Receitas 12ª página

Receitas 13ª página

Receitas 14ª página

Receitas 15ª página

Receitas 16ª página

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Receitas 18ª página

Receitas 19ª página

Receitas 20ª página

Posfácio


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 Tratei, portanto, foi de aprender com ela seus pequenos segredos de culinária e de vida, para juntar àqueles que aprendera com minha mãe (saudades dos doces...) e  com a Maria, mãe postiça, famosa na cozinha da Rua Guapeni (saudades dos pastéis sequinhos, inesquecíveis para o João!).
Muitos dos segredos de Julita estão neste livro, mas quero lembrar  principalmente  de  alguns  deles:
 — o  pavê  de Natal, com biscoito champanhe, paixão dos meus filhos, André e Martha, o qual agora é habilmente elaborado pela Lise, minha  filha-nora;  aliás, minha mãe também fazia o  pavê  e  o  chamava de “gelado rico”;
                  
— o  bolo  de  fígado, nutritivo, que todos nós adoramos e é o favorito do meu genro  Carlinhos “Coruja”.  João Victor ainda vai comer muito bolo de fígado que, avó assumida, vou preparar para ele, lembrando  da  bisavó;
                   — a lasanha cheirosa e fumegante dos almoços de família, aos sábados, na década de 70, quando a sobremesa, geralmente, era doce  de  abóbora  com  coco, cremoso, colorido, apetitoso;
                   — o  presunto de Natal, imponente, com  o  segredo da coca-cola para regar no forno;
                   — a  torta de nozes, que muitas vezes ela dizia que era em minha homenagem (e  de  Dedei, se não me  engano), por causa do recheio de  damasco,  que  adoro.
Acho que hoje  Julita está, certamente, lá no céu, fazendo quitutes para seus queridos Santo Antônio e Nossa Senhora, na equipe de festas que a inesquecível Rosa (minha irmã por escolha), petista  e  festeira, organiza, lidera  e  coordena.
 Enfim, cada um de nós deve ter uma lista de “pratos favoritos feitos por Julita”. É que, de fato, o que guardamos junto deles, além do sabor, da aparência, do cheiro, é a lembrança da quituteira — alquimista e mágica de cozinha e de vida —  com sua doce tagarelice, seu sorriso franco, sua bondade e, principalmente, seu coração generoso.
                                                                                   Therezinha
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RECEITAS DA VOVÓ
Este livro de receitas é uma coletânea feita por MARIA JULITA SALDANHA DE MENDONÇA desde 1942, e experimentadas pela família e amigos por mais de meio século. (clique nos itens abaixo para acessar as páginas)
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PRÉFACIO
Apresentação
Mamãe preferia cozinhar a noite.“O telefone não toca, as crianças não me chamam e o tempo rende”, dizia ela. E passava as noites, nas vésperas de Natal, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais e aniversários, preparando os pratos deliciosos que nos oferecia nessas datas comemorativas. Seu livro de receitas, colecionadas desde 1942, já passou pelas mãos das filhas, noras e netas.
Porém agora, lendo os prefácios que meus irmãos escreveram, notei que algumas das receitas citadas por eles não constam deste livro: os “Brigadeiros” da Beth, o “Antepasto de Berinjela” do Beto, o “Rosbife de Forno” da Thê, entre outras.
Onde estarão estas receitas? Acho que mamãe nunca as colocou no papel. Lia ou ouvia as receitas e executava-as melhor do que ninguém. E, algumas vezes, modificava-as, usando sua imensa criatividade, para tornar o sabor mais ao gosto de sua grande família. E acertava sempre!
Fiquei feliz com a iniciativa de meus filhos em digitarem esta coletânea, para que a distribuíssemos à família e amigos da nossa querida JULITA, com o nosso carinho,
                                                                                                Maria
Lúcia  
( A digitação foi feita pelos seus netos CLÁUDIO JOSÉ DE MENDONÇA E GEROMEL  e  NELSON DE MENDONÇA E GEROMEL em março  de 1998.)
 
 Quando Lula me pediu para escrever alguma coisa sobre Dona Jú, como parte do Prefácio do livro de receitas, fiquei de imediato muito orgulhoso, feliz e saudoso. Lembrei-me do carinho e do amor que sempre recebi como o “sétimo filho”.
Mas, depois, “Ui!” bateu-me preocupação. Como falar de uma personagem tão forte e importante de nossa vida. Figura tão emblemática, tão singular.
Algumas pessoas têm um pulsar diferente, mais forte, e, sem dúvida, assim era Dona Jú. De idéias firmes e decisões muitas vezes irredutíveis. Sempre animando os encontros familiares contando antigas histórias.
 Livro de receitas. Que receitas destacar, comentar? Eram tantas, tão saborosas, acompanhadas de um tempero muito especial que era a prosa, cheia de carinho de amor e sorriso.
 Mas, acho que Dona Jú com suas receitas, seus conselhos, suas lembranças, seu jeito, no fundo fazia da vida uma poesia.
 Quem não se lembra da berinjela a calabresa que servia de antepasto? Como era gostoso, não? Em toda essa estrada que já percorri, nunca comi nada igual. O bolo de fígado, hein? E os croquetes feitos com as sobras de carne defumada dos churrascos. Inesquecível.
Lembra-se das geléias? Como perfumavam Teresópolis! E os potinhos tão enfeitadinhos. Tão bonitinhos.
No capítulo dos doces não pode faltar também o pavê de chocolate.
 Mas a principal receita de Dona Jú, era mesmo a receita de vida, de amor e de dedicação pela família.
 E minha homenagem vai pela poesia.
 Como dizia o poeta em sua canção, assim como Dona Jú em seu toque não menos poético de viver a vida.
 A gente se pergunta:
 “E a vida e a vida o que é, diga lá meu irmão...”.
ela é batida de um coração?...
ela é uma doce ilusão?
há quem fale que a vida da gente é um nada no
mundo que nem dá um segundo,
há quem fale que é um divino mistério profundo
é o sopro do criador numa atitude repleta de amor......
fico com a pureza da resposta das crianças é a vida, é!
bonita e é bonita....
viver é não ter vergonha de ser feliz
cantar a beleza de ser um eterno aprendiz
eu sei que a vida deveria ser bem melhor e será
mas isto não me impede que eu repita é bonita, é bonita e é bonita....
 E, acho que aprendi um pouco disso com o poeta.
Gonzaguinha e com a querida Dona Jú, minha Segunda mãe.
Roberto

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Escrever sobre minha mãe não é das tarefas mais fáceis, torna-se até mesmo um desafio, por ter sido ela uma pessoa muito rica, de personalidade fortíssima e, principalmente, seu profundo significado em minha vida: uma  figura terna, rara e especial.
Não posso deixar de lembrar dos “pãezinhos-de-minuto”, feitos com massa bem levinha, que derretiam na boca ao sair do forno. E o “Brigadeiro”? Docinho bobo que todo mundo sabe fazer, mas que, em suas mãos, transformava-se em um “manjar dos deuses”, com aquele gostinho especial de infância. Ela dizia que dependia do chocolate, que tinha que ser da marca “Bhering”, mas hoje eu acredito que tinha a ver com o amor que ela colocava em tudo o que fazia.
Minhas irmãs herdaram algo do seu dom, mas eu, infelizmente, não tenho a menor intimidade com as panelas. Talvez, quem sabe, tenha bloqueado isso em mim por saber que nunca faria tão bem como ela.
E, finalmente, vamos captar os bons fluidos de Dona Jú e aproveitar suas receitinhas. Boa Sorte!
                                                                                                                  Beth

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